09/06/08

Notas sobre o Rock in Rio

Por causa da Amy e por um acidente do destino, eu estive no Rock in Rio nos dias 30 e 06. Foi engraçado ver meus preconceitos caírem todos à minha cara logo de entrada. A Ivete Sangalo, que eu pensava ser um erro de casting daquele dia (e de todo o festival), pôs as quase cem mil pessoas que ali estavam a pularem feito doidas no minuto que pisou palco adentro. Fiquei com medo.

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O mesmo se passou no último dia com os insuportáveis Linkin Park e Offspring. Era inacreditável como aquelas pessoas todas estavam lá para vê-los e pior ainda, cantar junto todas as letras de cor. É duro ser indie.

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Minha amiga Bia, que esteve ilustre na produção do evento, disse que o Livro de Reclamações (!!!) do festival nunca esteve tão requisitado. Maior incidência de reclamações: os concertos que não começavam as horas certas. Existe melhor invenção que o Livro de Reclamações? Portugal Rulezzz!

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Quem teve a sorte de ter telemóvel da TMN ficou completamente incomunicável no primeiro dia do festival. A desculpa dada foi que as linhas todas estavam bloqueadas devido ao enorme fluxo de usuários no mesmo lugar ao mesmo tempo. Por uma coincidência infeliz do destino, quem era Vodafone (a patrocinadora oficial do RIR) passeava lindamente pelo recinto com seus telemóveis brilhantes e funcionais. Então tá, me engana que eu gosto.

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Ah, e esta é muito boa. Uma colega de trabalho de uma amiga disse que pensava que o nome «Rock in Rio» era por causa da proximidade do festival com o rio. Só que o Tejo. Maravilha!

5 comentários:

Cláudia Ribeiro disse...

Dia 6 valeu pelos fantásticos Kaiser Chiefs! Ou discordas? :D

sam disse...

cara.. acho que só hoje eu fui entender a moral de prepúcio com queijo.. ahahah
aqla pelinha sobre a glande.. ahhahahah

Wellington Almeida disse...

Olá, Claudia! Obrigado pela visita, na verdade, não conheço Kaiser Chiefs e cheguei mesmo minutos antes dos Muse. Uma miga tbm gosta e disse que foi muito bom. Vou ir atrás. Porque álbum começo? Beijinhos

Sam, hahahaha. Meu, fala baixo! Se eu te falar que na hora de pôr o nome eu nem pensei nisso você não acredita...mas agora é tarde para mudar. abraços.

Luís Galego disse...

daí que o preconceito é um personagem que deve ficar sempre à porta...

Um abraço

Wellington Almeida disse...

Poisé, Luis, poisé...