Fui à procura do que eu tinha escrito aqui no blogue sobre aquele show desastroso no Rock in Rio em Lisboa e me deparei, sem palavras, com a minha própria frase que fechava o post comparando Amy à Kurt Cobain: «Só esperamos, de dedos cruzados, que a bela Amy não tenha o mesmo fim».
A irônia de uma tragédia anunciada, onde todos assistimos passivos e cínicos, como num Big Brother inimterrupto, ao fim de uma das mais promissoras carreiras surgidas nos últimos tempos. Mundo estranho esse, onde os bons morrem tão jovens.

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