15/10/06

8.01.06 - ODETE o grande embuste do ano
Para quem viu O Fantasma a obra anterior de Joăo Pedro Rodrigues năo custa tanto o visionamento desta sua segunda (e badalada) longa-metragem. O problema de Odete é que tudo parece demasiado mecânico e superficial quase beirando a caricatura. A cena final é tăo patética que é dificil controlar os risos. Uma coisa que me incomoda muito no cinema portuguęs é aquela actuaçăo robotizada, inverossímel como se estivessem todos ŕ espera das suas falas. Em Odete há uma colecçăo delas, principalmente da sua actriz principal. E lá pelas tantas já se sabe como vai acabar este filme tirado dos manuais-de-filmes-de-autor. Mas nem tudo é mau nesta fita, há alguns planos interessantes (como os iniciais no supermercado) mas o esforço cabotino de se "fazer cinema" cansa. Rodrigues disse ŕ Premiere que aprende-se fazer cinema vendo filmes, acho que ele ainda năo viu filmes suficientes.

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