Gostei muito de ver «I Wanna hold your hand» (No Brasil «Febre de Juventude») na lista dos cinquenta clássicos esquecidos listados pelo The Observer. Um dos filmes responsáveis pela minha paixao incondicional ao cinema. Foi realizado por Robert Zemeckis (de «Forrest Gump») logo no início da sua carreira, em 1978. E teve produçao assinada por Spielberg. O filme conta a história de alguns adolescentes fanáticos pelos Beatles que os perseguem em digressao pelos Estados Unidos. Lembrei inclusive de uma lista que eu próprio fiz há algum tempo com os meus dez filmes de todos tempos e em que ele ocupava a 4a posiçao. Uma óptima lembrança.28/12/06
Clássicos esquecidos
Gostei muito de ver «I Wanna hold your hand» (No Brasil «Febre de Juventude») na lista dos cinquenta clássicos esquecidos listados pelo The Observer. Um dos filmes responsáveis pela minha paixao incondicional ao cinema. Foi realizado por Robert Zemeckis (de «Forrest Gump») logo no início da sua carreira, em 1978. E teve produçao assinada por Spielberg. O filme conta a história de alguns adolescentes fanáticos pelos Beatles que os perseguem em digressao pelos Estados Unidos. Lembrei inclusive de uma lista que eu próprio fiz há algum tempo com os meus dez filmes de todos tempos e em que ele ocupava a 4a posiçao. Uma óptima lembrança.22/12/06
Melhores do 2006 - guilty pleasures
O cinismo nauseabundo e latente me impede de incluí-la nos melhores singles de 2006, entao vai aqui um jeito de dizer que esta foi uma das músicas mais legais que ouvi em 2006. Batida certeira, refraozinho ganchudo e vozinhas em falsete dao todo aquele clima catchy a cançao. Se nao fosse aquele clip cheio de passinhos a Menudo, «My love» seria um clássico, culpado, mas absoluto....E Deus fez os Arcade Fire.

20/12/06
Dia mundial do Orgasmo
«Façam-no! Contra a guerra, pela paz. Para mudar a energia do mundo. Façam-no. Contra as armas de destruiçao maciça. Pela humanidade. Pela igualdade. Façam-no. De manha, a tarde ou a noite nao importa desde que o façam. De pé ou sentados. De joelhos ou deitados. Façam-no. Uma, duas, tres ou mais vezes. As vezes que conseguirem. Sozinhos ou acompanhados. Façam-no. Na cama ou no chao. Contra a parede ou em cima do balcao. Nao interessa desde que o façam. Concentrem-se na paz. Libertem energia positiva enquanto o fazem, mas façam-no. Atinjam o primeiro orgasmo global. Façam-noooooohhh...»18/12/06
Existem mulheres de todas as cores
tenho medo de virar um radical limitado e simplista. Eu explico: toda vez que entro em algum site de música, numa loja de discos ou folheio uma revista especializada qualquer, dou sempre aquela primeira vista de olhos inicial a procura do habitual: mulheres. Melhor, mulheres no vocal. Discípulas devotas de uma PJ Harvey hedonista ou simplesmente uma excentrica qualquer sussurrando/berrando a frente de um microfone. Nao importa se ela vem sozinha ou acompanhada. O antídoto sao os cromossomas xx e o vício precisa de ser alimentado. É mais forte do que eu, nao consigo evitar. Por mais que eu tenha sempre boa vontade e disposiçao para ouvir os novos Artic Monkeys da semana, as damas, como diria o chavao, always first. Caso isso fosse uma consulta psiquiátrica o analista provavelmente iria dizer que isto era resultado de uma infância povoada pelo universo feminino. Já que lá em casa eram tres (beijos mae e irmas) fora as eventuais empregadas e tias e amigas...Mulheres de todas as raças,de todas as cores, de todos os sabores. E isso foi assim desde sempre. Nada me substituiu o prazer de escutar uma voz feminina, nada. Seja ela (a voz) acompanhada de uma guitarra, um piano, ou até palavras impressas.Mesmo quando leio Virginia Woolf consigo sentir a sua voz. No site da revista Blender deste mes há uma selecçao de grandes mulheres do mundo da música. Mulheres estas (nao todas) que contribuíram para trazer um bocadinho de felicidade as nossas vidas. A estas senhoras, as mulheres da minha vida, eu dedico este texto.(Sem qualquer ordem especifica, algumas delas: Virginia Woolf, Maria José, Beth Gibbons, Fernanda, Chan Marshall, Cris, Bette Davies, Patrícia Highsmith, Maria José Dupré, Fiona Apple, Marcia Kupstas, Denise, Marcia Fraz?o, Elisangela, Isabelle Huppert, Juliette Lewis, Polly Jean Harvey, Erica, Patricia Marx, Patti Smith, Nilda, Janis Joplin, Meryl Streep, Kathy Bates, Brenda Blethyn, Sylvia Plath, Fernanda Montenegro, Vó Ducinha, Maria da Glória Cardia de Castro, Lygia Fagundes Telles...)
15/12/06
Borat nos Globo de Ouro
12/12/06
Apelo
05/12/06
Cat Power na Aula Magna
E foi tudo aquilo que eu esperava e mais alguma coisa . O concerto da Cat Power ontem na Aula Magna foi divinal. Quando a banda entrou ja lá estava ela com seu copinho (alcool?) vagueando pelo palco. E estava maravilhosamente imprevisível como sempre: dançou, pulou, fez macaquices, sapateou (os sapatos novos eram portugueses, informou ela), reclamou do som (que estava mesmo péssimo) e até pediu desculpas pelo último concerto em Portugal (perdi alguma coisa aqui). Depois, alguém tossiu na platéia e ela parou de tocar (piano) de repente e agradeceu por avisarem-na que a música estava entediante. Aí teve música, muita música. A linda Cat nos brindou com sua voz celestial rouca-aveludada, e a Aula Magna, completamente lotada, agradeceu-lhe aplaudindo de pé. Lindo, simplesmente lindo.01/12/06
Estreou «Turistas» lá fora
Hoje estréia nos EUA o filme Turistas. Uma variaçao do terror género «Hostel» só que desta vez, situado naquele país exótico e desconhecido do outro lado do atlântico: o Brazil. Com "Z". O Brasil típico do samba, da caipirinha e de pessoas muito mal-intencionadas. O Washington Post e o New York Times como era de se esperar, destruíram o filme. A classificaçao ficou com um Rated R. Isto é, menores de dezessete anos só acompanhados dos pais. Medo.
UPDATE: Vi o filme hoje em Lisboa, com vários amigos, todos brasileiros e atravessávamos as paredes do constrangimento cada vez que um personagem brasileiro abria a boca. Para a próxima vez já aprendi: alugo o DVD e vejo escondido em casa.
I see dead people
Só agora fechei o ciclo Shyamalan e vi o único filme que me faltava, o mal-amado «Sinais». Continuo a achar «A vila» a sua obra-prima incontornável mas em «Sinais» estao lá todas as influencias Hitchcockianas do realizador que eu tanto gosto. Desde o genérico incial aquele final em flashbacks, que explicam toda a trama. Claro que o final nao prima pela subtileza mas os temas da fé tao frequentes na sua filmografia aqui ganha um lado mais negro. Com um Mel Gibson (tenho de admitir, em grande performance) na pele de um ex-padre que perde a fé ao mesmo tempo que perde a sua mulher.Um grande filme de um cineasta irregular porém talentoso. E que por vezes, deixa o seu lado magalomaníaco tomar frente a seus projectos, veja-se este último objecto inclassificável que foi «Lady in the Water».30/11/06
Os mais «cool» de 2006
06/11/06
Coisas que me fazem falta
02/11/06
Cansei de ser sexy - no mundo

01/11/06
29/10/06
Cat Power & Nine Inch Nails
Graças aos blogues abençoados do gonn e myself respectivamente, fico sabendo dos tręs concertos dos Nine Inch Nails em Lisboa. Dias 10, 11 e 12 de fevereiro no Coliseu dos Recreios. E um pouco antes, a lindíssima Chan Marshall, escondida sobre a alcunha Cat Power dá as caras na Aula Magna dia 04 de Dezembro. Espero ver um concerto dentro dos padrőes dela: que seja imprevisível, cheio de birras, covers do Eminem, etc. E haja bolsos e haja coraçőes! 16/10/06
15/10/06
Lady in the Water

Música Pop
E a Beyoncé ganhou capas das mais variadas publicaçőes este męs, inclusive de algumas muito respeitadas como a minha revista estrangeira favorita, a Blender. Aqui em Portugal foi capa do quarto número da Blitz e no Y de há duas semanas (capa: Justin Timberlake) ganhou destaque especial, junto a outras estrelas pop: Justin, Aguilera, Paris Hilton e Kelis. No art
igo do Y, Vitor Belanciano, analisava cada álbum sem um pingo de arrogancia intelectual. Abria ja polémico, dizendo que Timberlake ia «revolucionar a música pop». Depois, atribuía nota sete (7/10) ao disco da Beyoncé e que a estréia da Paris Hilton «famosa por existir» năo era assim tăo mau. Eu, céptico por natureza, fui curioso ouvir os disquinhos aos quais ele tanto falava. Excepto Aguilera e Paris Hilton, claro. Porque ninguém é de ferro.O Veredicto? o album do Justin realmente tem seus méritos, năo encontrei os oito potenciais singles que o Belanciano diz mas pelo menos tręs músicas bacanas tem. Uma delas, a deliciosamente pop «I Love you». Beyoncé: disco produzido demais, gritado demais. É dificil encontrar alguma diferença entre este álbum e qualquer outro que passe na MTV, salva-se o groove do single de estréia: «Deja vu». Kelis: Realmente, năo é o tipo de som que faz minha cabecinha preconceituosa, achei que eram todas versőes da mesma música e ninguém se deu conta...
E por falar nisso...
Alguém ja reparou que em todo «dueto» que a Beyoncé faz com Jay-Z («Deja vu», «Crazy in love» etc..) antes da música começar, um deles pergunta ao outro «Are you ready?» ?! Pérai, como assim?? Eles já năo ensaiaram aquilo exaustivamente antes?

Chris: «Mas ela [a irmă] é tăo bonita quanto vocę?»
Nola: «Eu năo sou bonita, sou sexy»
Ah, que bom ver um grande filme do Woody Allen de novo. Sem aqueles histerismos e neuroses existenciais que lhe é tăo comum.«Match Point» é um magnifíco filme, um belo tratado sobre a culpa e a moral ou o «crime sem castigo» como disse alguém. Depois daquele fiasco horroroso do ano passado «Melinda e Melinda» ninguém esperava que ele voltaria em tăo bela forma. É Woody Allen sério, tăo soturno quanto o Woody de «Another woman».
COINCIDĘNCIAS

Para quem viu O Fantasma a obra anterior de Joăo Pedro Rodrigues năo custa tanto o visionamento desta sua segunda (e badalada) longa-metragem. O problema de Odete é que tudo parece demasiado mecânico e superficial quase beirando a caricatura. A cena final é tăo patética que é dificil controlar os risos. Uma coisa que me incomoda muito no cinema portuguęs é aquela actuaçăo robotizada, inverossímel como se estivessem todos ŕ espera das suas falas. Em Odete há uma colecçăo delas, principalmente da sua actriz principal. E lá pelas tantas já se sabe como vai acabar este filme tirado dos manuais-de-filmes-de-autor. Mas nem tudo é mau nesta fita, há alguns planos interessantes (como os iniciais no supermercado) mas o esforço cabotino de se "fazer cinema" cansa. Rodrigues disse ŕ Premiere que aprende-se fazer cinema vendo filmes, acho que ele ainda năo viu filmes suficientes.
O Lobby Gay, segundo a revista Sábado:
«Na verdade a nova cultura gay năo é assim tăo exibicionista. E năo se limitou a contagiar os hábitos de beleza dos heteros portugueses (...) Tem a ver com quem se dăo e onde văo»
« Há uma catedral em Lisboa para esta nova síntese urbana: a discoteca Lux...»
«...Os heterossexuais que cultivam a modernidade e o espírito progressista querem estar lá [No Lux] para se banharem na onda de glamour.Lá onde, segundo o jornal inglęs The Guardian, os truly gorgeous se juntam (...) e bebem gim tónico e vodca-limăo»
«É o universo homossexual que define hoje o que é a beleza (...) É verdade que săo os gays que impőem um certo look helénico que está em voga»
Só uma coisa irrita mais do que o militante fanático, săo os clichés-ambulantes que andam poraí a escrever bobagens como esta.
12.12.05 - NÁRNIA
Quase obrigado fui ver "As Crônicas de Narnia" na sexta-feira com alguns amigos. E digo quase obrigado năo por achar que "năo era filme para mim", mas porque eu năo sabia absolutamente nada sobre o filme e pelas fotos pensei se tratar de uma ficçăo-científica ambiciosa e histérica.Coisa para a qual năo tenho pacięncia nenhuma. Na primeira hora fico impressionadissímo com o lirismo lúdico do filme e "O feiticeiro de Oz" ja me vem ŕ cabeça. O cuidado técnico das animaçőes, aquele tom onírico de fábula...O cepticismo habitual ja tinha ido para o espaço. Mas da segunda metade para o final o filme revela toda sua fragilidade de argumento e se arrasta por mais algumas dezenas de (intermináveis) minutos. Aquela batalha final é totalmente despropositada, e a măo pesada da Disney está bem assente naquela cena da "beatificaçăo" dos "reizinhos" (Aquilo podia funcionar bem no Rei Arthur...). Deve ser por isso que o autor dos livros nunca autorizou a adaptaçăo para o cinema dos seus contos. Acho que na măo de Tim Burton isto seria muito mais que um espectáculo cinematográfico de encher os olhos.
4.12.05 - AS LISTAS
Fim do ano se aproximando e ja começam a pulular listas por todo o lado. Sem ser propriamente uma lista de melhores mas (a desconstruçăo do cinismo) sobre elas, é com imenso prazer que leio a coluna do Ricardo Calil no site no mínimo sobre a presunçăo dos que nos impőem os seus "melhores filmes de sempre" ignorando a sua própria história. Devo dizer que "Willy Wonka & the Chocolate Factory" (o primeiro de 1971) assim como para o Ricardo é também o meu "Pontenkim" pessoal. O texto todo dá para ler clicando AQUI.
2.12.05 PROOF - ENTRE O GÉNIO E A LOUCURA
Nos primeiros dez minutos de filme ja armei a crista:Porque é que todo suposto gęnio (incompreendido,claro) tem de ser sisudo, depressivo a beira da loucura e todo o universo a sua volta năo fazer o menor sentido? Nenhum realizador, mesmo com as melhores intençoes, consegue fazer engolir esta balela pela septuagésima vez. Nem Gwyneth Paltrow (com sua sensualidade assexuada) nem Jake Gyllenhaal (em piloto automático) dăo alguma dignidade a este filme presivível e com óbvias pretensőes a oscar. O que resta entăo ? Nada. Lamentar que ainda existam projectos insólitos e acéfalos como este, em que duas horas de suposto entretenimenmto acabem por ser aborrecimento a brava.
MICKYBO E EU
Ontém vi toda minha infância passar num pequeno e belo filme (que acaba de sair em DVD) vindo da Irlanda: Mickybo & Eu. Năo passou pelos cinemas em Portugal e vai continuar a ser ignorado nos clubes de vídeo da vida. Mickybo & Eu conta a história de uma amizade entre dois meninos que moram na mesma cidade (Belfast) mas separados por uma ponte da discórdia: de um lado católicos, do outro protestantes e é neste cenário que cresce uma grande relaçăo entre os dois. Mickybo é pura pólvora, enérgico,corajoso, pronto a explodir. Jonjo é introspectivo, inseguro e ingęnuo. Um dia vęm Butch Cassidy and the Sundance Kid e tudo muda. Uma pequena pérola cinematográfica a ser descoberta.
MOVIES OF THE 90`S Caiu em minhas măos a última ediçăo da Taschen para os movies of the que abrangeu as décadas de 70 e 80. Agora numa ediçăo de formato um bocado menor que as outras e por um preço convidativo (8,99 ) saiu a década Tarantinesca. Os 90 que ele ajudou a definir tăo bem com o seu Pulp Fiction. Talvez o filme mais importante (e mais copiado) desta década. Curiosamente a capa (e o destaque) foi para o "O Silencio dos inocentes" o thriller psicológico de Jonathan Demme.Claro que listas como estas săo sempre complicadas porque săo muito subjectivas,mas fez falta o sublime "Segredos e Mentiras" do Mike Leigh. Um dos mais belos filmes de sempre.
6.9.05 A MÚSICA DO DIA
DE TANTO BATER MEU CORAÇĂO PAROU
5.9.05 AMOR DE VERĂO (MY SUMMER OF LOVE)
NOVO FIONA! Segundo o site oficial o álbum novo, Extraordinary Machine, sai a 04 de outubro. As faixas, para desespero da bela Fiona, já estăo todas na net. Segundo li, as críticas a estas cançőes disponiveis online foram muito boas. Eu confesso que ainda năo me rendi ao novo disco, o meu lado xiita estava a espera de algo tăo bom quanto o seminal Tidal. Esperta, a gravadora já mandou avisar que as faixas ainda năo estavam acabadas e blá blá blá. Caso semelhante aconteceu ao Hail to the thief dos Radiohead, o album já estava todo na internet meses antes do seu lançamento, mas quando o álbum oficial saiu era exactamente igual ŕs faixas pirateadas.

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
[ Seg, Julho 07, 2003 ] UM GAY UM HETERO E UMA VIRGEM
Eu tinha escrito um texto imenso sobre o filme "the rules of attraction" inspirado no livro de mesmo nome do Bret Easton Ellis o mesmo que escreveu American Psycho. Tinha escrito porque o filme havia dado o que falar lá nos EUA e porque mostrava o James "Dawson" Van Der Beek totalmente junkie e lembro-me de ter lido que ele dava uma trepada legal com um cara no filme.Bem, eu também queria aproveitar e fazer campanha [engrossando a ja feita pela PREMIERE] para que o filme estreasse aqui aproveitando o festival de cinema gay & lésbico que por aqui se começava mas qual foi minha surpresa quando leio que o filme estreava esta semana em Portugal.E o filme é bem bacana.Muito bom chega a ser elogio exagerado.Bem, a história começa com Lauren perdendo a virgindade.Năo era bem o que ela imaginava, queria que fosse especial,com o cara certo e blá blá blá.Ela está inconsciente sendo fodida por um junkie qualquer enquanto seu "principe ideal" esta filmando tudo e ela começa a se dar conta da realidade.Até que o cara vomita em cima dela e ela diz: "Eu sabia que ia ser assim" e o filme volta a história até chegar em Paul o tal gay da história que está a procura de uma foda qualquer até se apaixonar por Sean (Van Der Beek) que por sua vez descobre apaixonado por Lauren que estava a "guardar" sua virgindade ao antigo namorado Victor que estava fazendo um "tour" pela Europa e nem se lembra da tal namorada.O filme tem uma direçăo muito esperta e se dá muito bem quando manipula a imagem de voltar atrás na história até chegar a um personagem específico e contar o ponto de vista dele. Embora quando o filme acaba dá-se a impressăo que foi tudo chupado de "Go" ("Vamos nessa" no Brasil) mas fui checar no livro de Ellis (que foi escrito em 1987) e a história é contada exatamente como no filme. Aliás, a tal cena que o "Dawson" faz sexo com um cara do filme é balela (ao contrário do livro) .O que acontece é uma cena bem sutil quando a personagem Paul imagina transar com ele aí eles tiram as camisas e dăo um beijico rápido.Pronto é só isso, o que vocę queria? eles tem uma imagem a zelar. O Diretor/argumentista disse que esse é o filme "para acabar com os filmes de adolescentes".Se chegar poraí, năo perca.
[ Seg, Junho 16, 2003 ] CERVEJA,RELVA & ROCK AND ROLLl



