Da nossa estimada Cat Power ou, melhor, Chan Marshall - toda bagaceira, de cabelos tingidos e brincando de Mad Max - chega o novo clipe da muito boa «Cherokee» extraída do estranhíssimo último álbum «Sun».
26/09/12
Cat Power, toda oxigenada em «Cherokee»
Da nossa estimada Cat Power ou, melhor, Chan Marshall - toda bagaceira, de cabelos tingidos e brincando de Mad Max - chega o novo clipe da muito boa «Cherokee» extraída do estranhíssimo último álbum «Sun».
24/09/12
Ouça «Madrid» o novo projeto de Adriano Cintra
Depois da saída atribulada do fundador, baterista e ex-integrante do Cansei de Ser Sexy eis que Adriano Cintra surge das trevas com o projeto «Madrid». Dividindo o protagonismo com Marina Vello (ex-Bonde do Rolê) - que em alguns momentos tem um timbre de voz que lembra PJ Harvey no seu piano-bar disco «White Chalk» - o disco de estréia (homônimo) é completamente diferente da banda que fez Adriano famoso.
«Nossa preocupação é fazer música orgânica e tocada de verdade, sem loop ou sintetizador ou apertando o play no Garage Band na hora de tocar». O resultado é bonitinho. Mas simples e mediano, num disco que mais parece feito para exorcizar os demônios dos seus integrantes do que criar música que realmente importa.O streaming do disco na íntegra, você escuta aqui:
06/09/12
Vício da Semana: The Dodoz
O discão dos franceses The Dodoz «Forever I Can Purr» acabou de sair e é um deleite para quem é fã - como eu - de Pretty Girls Makes Graves, Gossip (pré «Standing In the Way Of Control»), Giant Drag e um pouco de Sleater Kinney. Isto é, para bater cabelo na pista e chorar de alegria. Sem dúvida, um dos discos do ano!
David Byrne & St. Vincent 'Love This Giant
Enquanto escrevo estas linhas ouço a estranhíssima colaboração entre a talentosíssima Annie Clark (aka St. Vincent) e o ex-Talking Heads David Byrne que dá-se pelo nome de «Love This Giant». O disco, que só sai no próximo dia 12 está no site do NPR na íntegra para audição em streaming. E é, à primeira audição, de uma estranheza sem fim.
Confesso que nunca fui fã de Byrne e, sem desmerecer o seu trabalho com os Talking Heads, acho que ele se tornou numa múmia vagante que nunca mais fez um disco que preste depois que a banda foi extinguida. Mas o problema desse disco não é só a presença de Byrne que mais parece erro de casting mas também o excesso de trompas e saxofones - praticamente em todas as faixas - que deixa o disco com um ar meio datado.
No entanto, a estranha beleza que St Vincent trouxe dos seus discos anteriores garantem os melhores momentos do album. Como na faixa de abertura «Who» ou na funkeada «Lightning» (que o começo faz lembrar Björk em «Selmasongs»).
É uma leitura apressada e espero que o disco cresça no futuro, porque nem deu para matar as saudades da lindíssima Annie Clark.
É uma leitura apressada e espero que o disco cresça no futuro, porque nem deu para matar as saudades da lindíssima Annie Clark.
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