Mostrar mensagens com a etiqueta rock in rio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rock in rio. Mostrar todas as mensagens

24/07/11

Adeus, Amy


Fui à procura do que eu tinha escrito aqui no blogue sobre aquele show desastroso no Rock in Rio em Lisboa e me deparei, sem palavras, com a minha própria frase que fechava o post comparando Amy à Kurt Cobain: «Só esperamos, de dedos cruzados, que a bela Amy não tenha o mesmo fim». 
A irônia de uma tragédia anunciada, onde todos assistimos passivos e cínicos, como num Big Brother inimterrupto, ao fim de uma das mais promissoras carreiras surgidas nos últimos tempos. Mundo estranho esse, onde os bons morrem tão jovens. 

04/09/10

Os Guns N' Roses e a (merecida) chuva de garrafas em Dublin



Axl Rose e a sua Guns N' Roses (quem?), muito provavelmente a banda mais asquerosa de todos os tempos,  foram escorraçados sob uma chuva de garrafas d'água num concerto em Dublin ontem a noite. Se isto não é a melhor notícia desde que o mesmo aconteceu com o Carlinhos Brown no Rock In Rio em 2001, é porque não há mesmo justiça no mundo.

Nota: Esta postagem foi publicada no blogue ontem e, por lapso, apaguei sem querer. Volto então a republicá-la

09/06/08

Notas sobre o Rock in Rio

Por causa da Amy e por um acidente do destino, eu estive no Rock in Rio nos dias 30 e 06. Foi engraçado ver meus preconceitos caírem todos à minha cara logo de entrada. A Ivete Sangalo, que eu pensava ser um erro de casting daquele dia (e de todo o festival), pôs as quase cem mil pessoas que ali estavam a pularem feito doidas no minuto que pisou palco adentro. Fiquei com medo.

__________

O mesmo se passou no último dia com os insuportáveis Linkin Park e Offspring. Era inacreditável como aquelas pessoas todas estavam lá para vê-los e pior ainda, cantar junto todas as letras de cor. É duro ser indie.

__________

Minha amiga Bia, que esteve ilustre na produção do evento, disse que o Livro de Reclamações (!!!) do festival nunca esteve tão requisitado. Maior incidência de reclamações: os concertos que não começavam as horas certas. Existe melhor invenção que o Livro de Reclamações? Portugal Rulezzz!

__________

Quem teve a sorte de ter telemóvel da TMN ficou completamente incomunicável no primeiro dia do festival. A desculpa dada foi que as linhas todas estavam bloqueadas devido ao enorme fluxo de usuários no mesmo lugar ao mesmo tempo. Por uma coincidência infeliz do destino, quem era Vodafone (a patrocinadora oficial do RIR) passeava lindamente pelo recinto com seus telemóveis brilhantes e funcionais. Então tá, me engana que eu gosto.

__________

Ah, e esta é muito boa. Uma colega de trabalho de uma amiga disse que pensava que o nome «Rock in Rio» era por causa da proximidade do festival com o rio. Só que o Tejo. Maravilha!

31/05/08

Amy Winehouse - Rock in Rio Lisboa

Foi triste e terno, ao mesmo tempo, ver uma jovem cantora no auge do seu talento em progressiva degradação como aquela que vimos ontem. Foi triste porque, apesar de todas as polêmicas em torno da excessiva exposição da sua vida pessoal, Amy confirmou todos os clichês à volta do mito e fez a festa dos seus detratores.
Foi terno porque, por momentos, pareceu quase que um ritual religioso, ela nos dava o seu máximo e nós, do outro lado, também. Um tremendo esforço coletivo, muito em grande parte do público que só estava ali para se divertir e ver a grande estrela da noite sair do palco com um pouquinho de dignidade. Eu, um fã confesso de Winehouse, fiquei de rastos. Queria ter ligado para ela no final do show a dizer que estava tudo bem. Mas não, não estava.
Tudo começou com 35 minutos de atraso e durou exatamente 55. Amy expôs sua imensa fragilidade à frente de quase cem mil pessoas. Chorou a meio de «Love is a Losing Game», quase caiu no palco duas vezes, derrubou o microfone outras tantas, esqueceu a letra do seu maior hit («Rehab») e afônica, limitava-se a sussurrar as letras das suas canções (uma salva de palmas aos seus backing vocals que constantemente estavam a salvá-la do embaraço).
Um concerto histórico e único, nas mesmas proporções daquele que os Nirvana deram em São Paulo no extinto Hollywood Rock em 1993. Onde a banda, completamente drogada, fez um dos piores shows da sua vida e Cobain teve a brilhante ideia de mostrar o pênis às câmeras da Globo e simular uma masturbação. Só esperamos, de dedos cruzados, que a bela Amy não tenha o mesmo fim.

14/05/08

O cachê da Amy

Uma fonte lá dentro do Rock in Rio (será que posso falar que é você, Bia?) apurou aqui a este blogger cusqueiro que, caso a Amy Winehouse dê um piripaque qualquer e não compareça por aqui no dia 30, há uma cláusula no seu contrato que a obriga a pagar um multa quase tão alta quanto o seu cachê. Que aliás, é o mais alto dessa edição do Rock in Rio. Mais do que Metallica também. Chiçaaaaa!

Amy ficando em forma após sair da prisão esta semana (eh lá que isto parece legenda do Correio da Manhã!)