Descobri a norueguesa - com background paquistanês - Nadine Shah lá no New Band of The Day do The Guardian e àqueles fantasmas de PJ Harvey (dos primeiros álbuns) já me ganhou nos acordes iniciais. O EP «The Aching bones» só sai em 19 de Novembro mas já dá para conferir duas músicas da moça disponíveis no SoundCloud. Como essa delícia que é a faixa-título do mini-álbum. Espia só:
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30/10/12
Você precisa ouvir isso: Nadine Shah
Descobri a norueguesa - com background paquistanês - Nadine Shah lá no New Band of The Day do The Guardian e àqueles fantasmas de PJ Harvey (dos primeiros álbuns) já me ganhou nos acordes iniciais. O EP «The Aching bones» só sai em 19 de Novembro mas já dá para conferir duas músicas da moça disponíveis no SoundCloud. Como essa delícia que é a faixa-título do mini-álbum. Espia só:
16/10/12
Você precisa ouvir isto: AroarA
Com apenas três músicas na internet o duo AroarA já me conquistou logo na primeira audição. Há pouquíssimas informações sobre eles mas já sabemos que Andrew Whiteman e sua mulher Ariel Engle são do Canadá (de onde mais?), ex-integrantes da super banda Broken Social Scene e estão prestes a lançar o disco de estreia «In The Pines», que ainda não tem uma data definida.
Surgiram no começo de 2011 abrindo para o Here We Go Magic e logo foram criando um certo burburinho na blogosfera indie por conta das suas sublimes apresentações ao vivo.
O álbum de estreia «In The Pines» é o visionário livro de poesias (de mesmo nome) da escritora e poeta norte-americana Alice Notley, publicado em 2007. Whiteman e Engle decidiram transformar o livro em música e o resultado são 14 canções-poema onde o duo adicionou guitarras, beats, falsetes dando uma aurea de modernidade aos poemas de Notley.
Recentemente foram convidados para ser a banda de suporte e também abrirem os shows de Marta Wainwright nas suas turnês americana e europeia que começa logo no fim desse mês.
Para quem gosta de Arcade Fire, Broken Social Scene, Tilly and The Wall, The Kills, Velvet Underground, etc. As três músicas divulgadas na página oficial da banda você pode ouvir AQUI.
Surgiram no começo de 2011 abrindo para o Here We Go Magic e logo foram criando um certo burburinho na blogosfera indie por conta das suas sublimes apresentações ao vivo.
O álbum de estreia «In The Pines» é o visionário livro de poesias (de mesmo nome) da escritora e poeta norte-americana Alice Notley, publicado em 2007. Whiteman e Engle decidiram transformar o livro em música e o resultado são 14 canções-poema onde o duo adicionou guitarras, beats, falsetes dando uma aurea de modernidade aos poemas de Notley.
Recentemente foram convidados para ser a banda de suporte e também abrirem os shows de Marta Wainwright nas suas turnês americana e europeia que começa logo no fim desse mês.
Para quem gosta de Arcade Fire, Broken Social Scene, Tilly and The Wall, The Kills, Velvet Underground, etc. As três músicas divulgadas na página oficial da banda você pode ouvir AQUI.
10/10/12
Novo Balthazar «Rats» para audição em streaming
Os meninos belgas do Balthazar (que entre nós fez um dos melhores concertos e discos de 2011) está de disco novo na praça. Depois do fabuloso disco de estreia «Applause» e do relevante sucesso entre o público indie europeu, a banda segue para o tira-teima do "segundo disco difícil" e o resultado é o que se ouve em «Rats».
O disco sai já na próxima segunda-feira 15 de Outubro e, segundo a página da banda no Facebook, o disco já é número 1 na pré-venda do iTunes na Bélgica. Nada mal para uma banda quase desconhecida do grande público no seu segundo álbum.
Descobri os garotos (e garota) de Courtrai quando eles abriram o concerto do The Joy Formidable em Berlim, em meados de 2010 e foi paixão à primeira vista. Em palco, a banda toca como se cada apresentação sua fosse a última e me faz lembrar a áurea de missa que os canadenses do Arcade Fire já nos habituou nos seus concertos maiores que a vida.
A revista alemã Intro disponibilizou o álbum todo para audição em streaming, que você ouve seguindo este link aqui: Balthazar «Rats»
26/09/12
Cat Power, toda oxigenada em «Cherokee»
Da nossa estimada Cat Power ou, melhor, Chan Marshall - toda bagaceira, de cabelos tingidos e brincando de Mad Max - chega o novo clipe da muito boa «Cherokee» extraída do estranhíssimo último álbum «Sun».
24/09/12
Ouça «Madrid» o novo projeto de Adriano Cintra
Depois da saída atribulada do fundador, baterista e ex-integrante do Cansei de Ser Sexy eis que Adriano Cintra surge das trevas com o projeto «Madrid». Dividindo o protagonismo com Marina Vello (ex-Bonde do Rolê) - que em alguns momentos tem um timbre de voz que lembra PJ Harvey no seu piano-bar disco «White Chalk» - o disco de estréia (homônimo) é completamente diferente da banda que fez Adriano famoso.
«Nossa preocupação é fazer música orgânica e tocada de verdade, sem loop ou sintetizador ou apertando o play no Garage Band na hora de tocar». O resultado é bonitinho. Mas simples e mediano, num disco que mais parece feito para exorcizar os demônios dos seus integrantes do que criar música que realmente importa.O streaming do disco na íntegra, você escuta aqui:
06/09/12
Vício da Semana: The Dodoz
O discão dos franceses The Dodoz «Forever I Can Purr» acabou de sair e é um deleite para quem é fã - como eu - de Pretty Girls Makes Graves, Gossip (pré «Standing In the Way Of Control»), Giant Drag e um pouco de Sleater Kinney. Isto é, para bater cabelo na pista e chorar de alegria. Sem dúvida, um dos discos do ano!
David Byrne & St. Vincent 'Love This Giant
Enquanto escrevo estas linhas ouço a estranhíssima colaboração entre a talentosíssima Annie Clark (aka St. Vincent) e o ex-Talking Heads David Byrne que dá-se pelo nome de «Love This Giant». O disco, que só sai no próximo dia 12 está no site do NPR na íntegra para audição em streaming. E é, à primeira audição, de uma estranheza sem fim.
Confesso que nunca fui fã de Byrne e, sem desmerecer o seu trabalho com os Talking Heads, acho que ele se tornou numa múmia vagante que nunca mais fez um disco que preste depois que a banda foi extinguida. Mas o problema desse disco não é só a presença de Byrne que mais parece erro de casting mas também o excesso de trompas e saxofones - praticamente em todas as faixas - que deixa o disco com um ar meio datado.
No entanto, a estranha beleza que St Vincent trouxe dos seus discos anteriores garantem os melhores momentos do album. Como na faixa de abertura «Who» ou na funkeada «Lightning» (que o começo faz lembrar Björk em «Selmasongs»).
É uma leitura apressada e espero que o disco cresça no futuro, porque nem deu para matar as saudades da lindíssima Annie Clark.
É uma leitura apressada e espero que o disco cresça no futuro, porque nem deu para matar as saudades da lindíssima Annie Clark.
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