01 - The Kids Are All Right
Mostrar mensagens com a etiqueta 500 days of summer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 500 days of summer. Mostrar todas as mensagens
14/07/11
07/09/10
O remake de «Let The Right One In» estreia em Outubro
Estou muito curioso para ver o remake norte-americano do chatíssimo filme sueco Deixa-Me Entrar (ou Deixa Ela Entrar no Brasil) que estreia em Portugal dia 14 de Outubro ao mesmo tempo que a estreia nos Estados Unidos. A direção é do talentoso Matt Reeve (que dirigiu Cloverfield há dois anos) e no papel da garotinha protagonista está a (outra talentosa) Chloe Moretez, que deu vida à irmã guru de Tom em 500 Days of Summer e estourou agora como uma das protagonistas em Kick-Ass. As poucas reações que saíram na imprensa lá fora dizem que o filme é verdadeiramente assustador. Esperemos que sim, porque o original parecia que estava mais empenhado em curar a insônia. A intelligentsia cinéfila que me perdoe.
18/01/10
Melhores de 2009 - Os Filmes
Já tinha preparado há algum tempinho minha lista de melhores filmes do ano. Então li este post sobre «Mary & Max» e céptico, fui fazer o meu último visionamento de 2009. E vi a luz. «Mary & Max» é beleza em estado bruto. É daqueles filmes que penetram no mais profundo do nosso íntimo e nos rouba algo que inexplicavelmente não conseguimos explicar. A (belíssima) animação em stop-motion é um mero dispositivo estético e narrativo porque «Mary & Max» está muito longe de ser um filme para crianças. É um filme adulto, sério, com a morte sempre a espreitar por cima do ombro. O humor aqui é quase desesperado, feito de subtilezas, de camadas negras e feridas secas que se vão abrindo a medida que os protagonistas trocam cartas. «Mary & Max» é como um abraço apertado de um amigo esquecido. Na última cena do filme, as lágrimas de plasticina correm pelos olhos da protagonista e, quando nos damos conta, as lágrimas da vida real estão a escorrer pelo nosso próprio rosto. 2009 foi uma caixinha de bons bombons recheados no que toca ao cinema e, por isso, escolher os dez mais que listo abaixo foi uma tarefa mais que árdua.
01 - Revolutionary Road

02 - Mary & Max

03 - 500 Days of Summer

04 - Phoebe in Wonderland

05 - Districto 9

06 - O Complexo Baader Meinhof
07 - Frost/Nixon
08 - Precious
09 - Wendy & Lucy
10 - Slumdog Millionaire
16/12/09
'500 days of Summer'

Li em todo lugar que o estreante Marc Webb subverteu a comédia romântica americana com '500 days of Summer' e levou-a a outro patamar. Eu discordo completamente por uma única razão: '500 days' não é uma comédia. É sim um conto ácido de amor - apesar do narrador anunciar logo no começo que não é - com um pedaço de vidro espetado no coração. Mas não é nunca uma comédia. Quando faz graça, sorrimos amarelo. Aqui não há redenção, não há joguinhos de sedução e não há final feliz. É tudo brutalmente despejado à nossa cara com uma sinceridade tão dilacerante que quando os créditos sobem é muito difícil não verter uma lágrima. Há uma cena em '500 days' que de tão real que é, ficou ecoando na minha cabeça horas depois de ter visto o filme. Na cena, Summer (Zooey Deschanel, linda) está na cama com Tom (Joseph Gordon-Levitt ainda melhor que em 'Mysterious Skin') contando sobre seus ex namorados. 'Mas e aí, o que aconteceu?' Tom pergunta intrigado em saber porque seus relacionamentos não duraram. E Summer com a maior naturalidade do mundo, como que a um nível acima dos pobres mortais que ainda não entenderam essa coisa misteriosa e complexa que são as relações humanas, responde 'o que acontece com todos os relacionamentos: life'. Ouvir isso é como levar uma facada nas costas. E quando vem da boca do seu objecto do desejo, quando a paixão está no seu ápice romântico, é de uma crueldade sem fim. E só quem nunca passou por isso, vê '500 days of Summer' como uma simples comédia romântica. Marc Webb fez um filme sobre o amor e sobre os buracos negros que são os relacionamentos. E ele sabe muito bem do que está falando.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





