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28/07/11

E aí Björk, será que é desta?


Tenho uma relação de amor e ódio com Björk. Acho que ela fez três dos mais importantes álbuns dos anos 90 (a saber: «Post» «Homogenic» e «Vespertine»), reinventou o videoclipe nessa mesma década e baralhou gêneros, criou um som único, próprio e merece todos os créditos por isso.
O problema é que nos últimos anos Björk se transformou numa chata de galocha: discos "conceituais" que não levaram à lugar nenhum, virou notícia mais pelos seus escândalos constantes com a imprensa do que pela música e de uma hora para outra perdeu o rumo da sua brilhante carreira. Sua música já não era mais relevante.
Felizmente, os novos caminhos que apontam para «Biophilia», o próximo e muito aguardado novo disco da cantora islandesa, parecem apontar para um lado mais feliz. A provar isso, são as duas ou três músicas divulgadas na mídia nos últimos meses. Daqui, a gente só torce que tudo corra bem. Sem afetação, sem virtuosismo e no auge daquilo que Björk tem de melhor: o talento absurdo.



Update: fui avisado por uma amiga que «Vespertine», na verdade, é de 2001. O que não deixa de tirar a sua relevância aqui para o post pois é um dos melhores álbuns de Björk e marca a transição dos seus ábuns anteriores e o início da década dos zeros.

Nevermind - 20 anos

Nevermind o discaço dos seminais Nirvana que dividiu águas, mudou o curso do rock e a vida de muita gente, fez 20 anos este mês. E para comemorar a ocasião, a revista Spin editou um disquinho só com covers de outras bandas (disponíveil para download di grátis) com cada uma das faixas! Você só tem de dar um "like" na página da revista no Facebook e partir pro abraço.