21/01/08
Brasil no Oscar: será que é desta?
19/01/08
Os falsos ídolos
18/01/08
Sras e Srs, Portishead em Portugal.
Concerto mistério hoje as 17hs!

16/01/08
Pandora: vida e morte de uma grande rádio

10/01/08
Breves
06/01/08
Qualquer semelhança...
03/01/08
Melhores de 2007 - Os Filmes
1 - Diário de um Escândalo
2 - Pecados Íntimos
3 - Não Digas a Ninguém
4 - Shortbus
5 - Assalto e Intromissão
06 - Apocalypto
07 - Super Baldas (SuperBad)
08 - Contando Ninguém Acredita (Stranger Than Fiction)
09 - Ao Anoitecer (Evening)
10 - Mysterious Skin
27/12/07
Melhores de 2007 - Guilty Pleasures
Eu já tinha feito o ano passado uma coisa parecida escolhendo «My love» do Justin Timberlake para o meu Guilty Pleasure do ano. Esse ano resolvi alargar o top. Claro que é uma forma cínica de eleger músicas deliciosamente pop mas não haveria outra forma de elas figurarem aqui se não fosse assim, e também porque é mais divertido. Alguém vai reclamar com certeza por a M.I.A constar nessa lista, afinal foram as escolhas do ano para muita gente e number one do Ipsilón e da Rolling Stone americana. Mas à mim, ela sempre causou repulsa. Acho que é preciso ser-se brasileiro para entender que Bonde do Rolê, MIA e afins são o truque mais bem fraudado da música pop. Mas graças ao Pedro, dei uma nova chance ao «Kala» e descobri esta maravilha que é «Paper Planes». Mas também é só, mantenho todas as linhas acima.A Rihanna é outro caso curioso, apesar de ter sido jogada para a prateleira das estrelas pop de plástico, figurou nos tops da «Q» e até da sisuda «Uncut». O problema é que «Umbrella» tocou tanto que já explodiu a paciência. E se não fosse passageiro, até poderia dizer que era o hit certeiro do ano. Senhoras e senhores, os prazeres culpados de 2007.
01 - «Paper Planes» - M.I.A
21/12/07
Steven Seagal e as Armas
20/12/07
The Kills, o terceiro.
Uma das "novas" bandas novaiorquinas favoritas desse espaço, o duo «The Kills» também prepara edição do terceiro tomo da sua bela discografia. Depois do ríspido «No Wow», a banda que faz um som garageiro tipo White Stripes sem a pretensão e a PJ Harvey dos anos 90, já tem um título extracool para o disco, «Midnight Boom». A data é 18 de março.19/12/07
Finalmente, Portishead
17/12/07
Melhores de 2007 - Os Discos e as Canções
1. «Neon Bible» - Arcade Fire
2. «Widow City» - The Fiery Furnaces
3. «Back to Black» - Amy Winehouse
4. «Night Falls Over Kortedalla» - Jens Lekman
5. «This Fool Can Die Now» - Scout Niblett
Vi alguns blogues botando «No Cars Go» aí nos melhores singles do ano e fiquei tentado e dar-lhe o primeiro lugar. Afinal, é a melhor música dos Arcade Fire ever, ever, ever. Mas não, eu ja conheço aqueles versos há uns bons anos e não ficaria muito bem. E também porque minha versão preferida é aquela que eles fizeram para a BBC (que depois apareceu num bootleg chamado «BBC Sessions») e que no início Win Butler avisa «this is not a wedding!» Também pensei muito em incluir uma das três novas músicas dos Gossip (que soltaram há umas semanas no MySpace) mas como ainda não existe edição física dos singles alguém podia chiar. Mas, what hell, quem escolhe aqui sou eu o quê? Por isso, aqui têm minha lista com os dez singles arrasa-quarteirão do ano. Uma compilação com estas dez músicas valem mais que ouro.
01. «Kanske Ar Jäg Kar I Dig» - Jens Lekman
02. «My Egyptian Grammar» - The Fiery Furnaces
03. «Fake Empire» - The National
04. «Back to Black» - Amy Winehouse
05. «Hide and Seek» - Scoutt Niblett
06. «Don't Lose Yourself» - Laura Veirs
07. «Grip Like a Vice» - The Go! Team
08. «Hiding on the Staircase» - NYPC
09. «Everybody's Got Their Own...» - Shannon Wright
10. «Down Boy» - Yeah Yeah Yeahs
Bee Movie e a animação

16/12/07
Portishead - the 4th one
14/12/07
Da série:Discos que não sabem envelhecer

12/12/07
Que fim levou? «Prey for Rock N' Roll»

10/12/07
Juno: o próximo « Little Miss Sunshine » ?

07/12/07
The Gossip - músicas novas

05/12/07
«Laços» vence Project Direct
Eu já estava para postar aqui há um tempão a belíssima curta «Laços» que havia ficado entre os finalistas do concurso Project Direct, promovido pelo YouTube. Participaram do concurso filmes dos Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido. «Laços» havia sido o único finalista brasileiro seleccionado e ontem foi escolhido para o prémio principal por um júri presidido pelo cineasta Jason Reitman de «Obrigado por Fumar». O filme, que custou míseros 1500 reais (700 euros) receberá US$ 5.000 como prémio e será exibido no Sundance Festival que acontece no mês que vem. A curta, de uma sensibilidade e beleza desconcertantes, deixo aqui.
04/12/07
Hot Fuzz
Parece que fica até mal não gostar desse filme. Quando algumas cabeças influentes fizeram barulho para que o filme estreasse em Portugal, o estrago ja estava feito. Não sei se foram das expectativas (demasiado) elevadas ou do filme que é mesmo fraquinho... O que é certo é que não faz justiça ao hype. Com certeza que «Hot Fuzz» faria muito melhor carreira em DVD, igualando o culto do bem conseguido filme anterior da dupla, «Shaun of the Dead» . Na sala escura, o filme perde o ritmo, perdido algures entre citações à filmes americanos de acção e gags de humor à british. No final, fica um filme simpático que provoca bons risos mas nunca gargalhadas. E só. 30/11/07
Discos que vão estar nas listas de melhores do ano de muita gente mas NÃO na minha
29/11/07
Um disco que cresce: The Fiery Furnaces

28/11/07
Rever os Indies perdidos

Se você é como eu, um(a) desleixado(a) incorrigível e deixou passar, seja por qualquer razão, os melhores títulos do IndieLisboa desse ano, sua chance de se redimir chegou. Entre os dias 3 a 7 de Dezembro, sempre às 18h, na Reitoria da Universidade de Lisboa, haverá uma selecção com alguns dos melhores filmes apresentados na última edição do festival. Eu, que me auto-flagelei por ter perdido «Analog Days» soltei um berro de felicidade. Ah, a entrada é di grátis!!

3 Dez. – Segunda-feira, 18h I am a sex addict , de Caveh Zahedi
4 Dez. – Terça-feira, 18h Balaou , de Gonçalo Tocha
5 Dez. – Quarta-feira, 18h Analog Days , de Mike Ott
6 Dez. – Quinta-feira, 18h Patterns 3 , de Jamie Travis A Ilha da boa vida , de Mercês Gomes Zepp , de Moritz Laube
7 Dez. – Sexta-feira, 18h Life in Loops: a Megacities Remix , de Timo Novotny
Promessas Perigosas

27/11/07
Que fim levou?
25/11/07
O passo de dança que mudou o cinema
22/11/07
Indie Lisboa divulga nova imagem

Segundo a newsletter de divulgação, a nova imagem criada pela agência Brandia Central e traduz «a identidade matriz do IndieLisboa: profissional, apaixonada, ambiciosa, independente e de culto» a edição de 2008 acontecerá entre 24 de Abril e 4 de Maio de 2008 e terá mais uma sala à disposição do festival: o teatro Maria Matos.21/11/07
Interpol/Kosheen: mais que coincidência?
17/11/07
Os 100 melhores discos Indie, ever
Como este blogue está sempre atento às listas alheias, publico aqui a escolha da Revista Blender (última) para os 100 melhores discos indie de todos os tempos. Não curto muito o primeiro lugar não, se tivesse que escolher um Pavement para figurar nessa lista, de certeza que seria o último «Terror Twilight» de 1999 e não o primeiro «Slanted and Enchanted». Um dos álbuns preferidos desse que vos fala, o raríssimo «Exile in Guyville» de Liz Phair, ocupa a posição 35º. Na época muito polémico, pois segundo Phair, seria a resposta feminina a «Exile on Main Street», o clássico dos Rolling Stones. E quando ela disse «resposta» era mesmo a sério. Faixa a faixa.
16/11/07
Goldfrapp novo

14/11/07
Canções do ano

12/11/07
Someone that cannot love
10/11/07
NME - os mais «cool» de 2007

LITTLE MISS SUNSHINE - 1 ano em cartaz!

08/11/07
30 dias de escuridão
07/11/07
04/11/07
Brazil's hottest new act

Ainda sobre «A Invasão»
O blogue do Fernando Meirelles
02/11/07
Velvet Underground, cinema português, Nicole Kidman.
Essa semana ando ouvindo muito «Velvet Underground & Nico» o maravilhoso disco estréia da banda do Lou Reed. A propósito dos seus 40 anos. Parece lugar comum dizer que ouvi-lo hoje é redescobrir um disco novo, urgente, vanguarda mas é mesmo isso. A revista Blitz desse mês lhes dedica um artigo especial muito interessante, há muito tempo que não lia um artigo tão bom na revista. Para redescobrir com urgência.
Fui ver a ante-estréia desse filme português que vem ganhando prémios em festivais de cinema pelo mundo «A outra Margem» e saí de lá com a mesma opinião de todos os filmes portugueses que vi antes.Em linhas gerais, a história da amizade de um travesti com o sobrinho, um garoto de 15 anos com síndrome de Down. A premissa até é interessante e a mise-en-scène parece funcionar muito bem. Até que aparecem os actores para estragar tudo. Porque ver um bando de robôs fingindo emoções, sempre a espera de suas falas é penoso demais para se ver fechado numa sala durante duas horas. Acho que os cineastas portugueses deveriam tentar fazer cinema mudo para ver se adianta alguma coisa e parar com essa coisa irritante de achar que estão sempre fazendo «arte». Radiohead, Polly Jean Harvey, Portishead e etc.
Confesso que não paguei nada pelo disco dos Radiohead «In Rainbows ». Até fui ao site e peguei o visa da carteira...mas na hora de desembolsar o dinheiro (ia dar 5€ pelo download) me senti tão manipulado pela campanha marketeira deles que desisti. É uma estupidez, claro. Mas eles foram muito mais espertos do que qualquer um nesse lance de "pague quanto você quiser", nos envolvendo nessa campanha pretensamente visionária aproveitando-se da imagem de culto criada em torno deles. E o disco até é bacana, mas eu gostava muito mais dos Radiohead antes dessa «fase» megalomaníaca, antes de todos esses clichés de «génio atormentado» que o Thom Yorke faz questão de alimentar.É uma pena que uma banda tão talentosa tenha de viver sob a sombra do disco mais importante dos anos 90. Que seja o próximo, Thom, por favor.
E ja que o assunto é decepção, aproveito para falar do disco da PJ Harvey, que em todas as entrevistas de divulgação do disco decorou uma única frase e repetiu à exaustão: « Não queria me repetir ». Não me entendam mal, eu gosto muito do disco, etéreo, delicado, contido. Mas é estranho para nós que estavamos tão acostumados com luxúria, hedonismo e rock n' roll um disco intimista de canções ao piano. É aquele típico caso que as (supostas) boas intenções já ultrapassam a música. E PJ Harvey é talentosa demais para se transformar na nova Bjork.
E segundo o blogue do Geoff Barrow, o próximo e tão esperado 4º disco dos Portishead parece que já está pronto, só falta a mixagem final. Por mais que eu tente não contar os dias minhas expectativas já estão lá na estratosfera. Entretanto para o próprio Geoff o disco está diferente de tudo o que eles ja fizeram antes. Só de imaginar que a melhor banda do mundo vai voltar dez anos depois me dá até calafrios na espinha. E agora imagine os fãs mais xiitas.


