
Não me entendam mal. Eu adoro a Juliette, desde «Natural Born Killers», que é um dos meus filmes de cabeçeira. E mesmo que eu sempre tenha achado seus discos sofríveis (com ou sem os The Licks), ainda nutro um simpatia infinita pela moça. Mas a capinha desse «Terra Incógnita» vamos combinar né, minha gente? Mais asquerosa, impossível. Produzida no fundo do quintal pelo seu vizinho mexicano com photoshop em casa. Mas não tô nem aí: dia 04 de novembro estarei na filinha para ouvir e ver suas loucuras em palco. O amor é cego. E surdo.
2 comentários:
É um facto: a capa é de fugir.
Acho que nem é Photoshop é Paint mesmo!!!
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